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26 de mar de 2010

OPERAÇÕES MÁGICAS

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Disallow:Todas as operações mágicas dependem basicamente de três fatores: Concentração mental, Vi-sualização e Energia. Muitas pessoas, em decorrência de encarnações pretéritas, apresentam capacidades mágicas espontaneamente mesmo que desconheçam o papel fundamental delas. Geralmente se tratam de magos que em suas operações requerem suportes mágicos, instrumentos operativos, tais como cristais, espelhos, fluidos mágicos, representações gráficas, e inúmeros outros meios aos quais atribuem poderes, mas que na verdade exercem apenas o papel de direcionadores do foco mental do operador, de ativadores da mente, sem que por si mesmos exerça diretamente poder de ação. Na verdade quase todos os praticantes de magia operacional existente usam suportes, requerem um “gabinete mágico” composto por diversos objetos de magia; um cenário, coisas que contribuem decisivamente para que ocorra a concentração mental. No tocante à energia, de uma forma ou de outra os magos, especialmente os cha-mados “magos negros”, precisam acumular energia o que eles fazem através de muitos meios, já estu-dados em palestras anteriores.

 
No campo da Magia a diferença entre um mago e uma pessoa comum, é que o mago conta com suficiente índice de energia para ser direcionada ao foco mental. Para isso é fundamental que ele se concentre na visualização do propósito almejado. Um mago de nível superior prescinde do “gabinete mágico”, não requer nada além de energia e do conhecimento de como obter a devida concentração mental e de como proceder à visualização do objetivo. Ele não precisa de objeto algum para agir, mas a maioria das pessoas que atuam no campo da magia precisa.
Nessas palestras vamos ensinar sobre alguns pontos básicos de magia, ensinar a preparar de-terminados meios importantes para a execução de atos de magia. Sabemos que, aquilo que vamos trazer envolve muitos riscos, não só de insucessos, como também de reações inversas, e da possibilidades de gerar sérios transtornos de nível espiritual. O sucesso pode facilmente gerar amplificação da imagem pessoal, de condições egóicas, do que pode originar o orgulho decorrentes da capacidade de gerar po-deres inusitados. Tanto o sucesso quanto o insucesso pode gerar culpa o que implicará em carmas futu-ros. Mas, se assim faremos é porque as Ordens estão permitindo e até incentivando a que se dê início estudos de princípios que no passado eram reservados a poucos adeptos.
As Ordens Iniciáticas sérias, por séculos, evitaram ensinar princípios de magia, mas atualmente essa conduta tem mudado em decorrência de se estar vivendo um momento em que ensinamentos re-servados que foram mantidos em sigilo por milênios estão sendo lançados indiscriminada e erronea-mente ao público por parte do lado negativo, e do Terceiro Interesse, então as Ordens como meio de equilibrar a situação, e mesmo de conceder meios defesa, também vêm ensinando princípios ocultos.
Para atuar no mundo da magia, o ideal é a pessoa saber focalizar a mente, saber visualizar algo com eficiência diretamente pelo pensamento. Mas, como o pensamento na maioria das pessoas é caóti-co, o comum das pessoas tem enorme dificuldade em fazer concentração e visualização precisas. Para compensar, vem sendo ensinado como isso pode ser contornado através de objetos – objetos de magia. Aquilo que determinada pessoa não pode perceber diretamente na tela mental, ela pode conseguir com o auxílio de um objeto. Isso é o que acontece com muitas pessoas que não conseguem orar sem que haja uma imagem. Diretamente a imagem não tem importância alguma, um místico não precisa de imagens, mas muitas pessoas precisam por terem mente concretista, que depende fundamentalmente de uma imagem sensorial, física, como suporte para a concentração mental.
Pela necessidade de suportes de atenção, a magia conta como uma variedade enorme de objetos, chamados objetos de poder – fetiches e similares – para a efetivação de atos de magia. O mago de men-te concretista necessita de objetos matérias e naturalmente ele tem como saber adquiri-los ou como prepará-los. Nessa palestra daremos as bases para a consecção desses elementos de poder.
 
Napreparação de objetos é muito importante considerar a forma, pois ela atua como “aponta-dor”, da energia o que facilita o direcionamento da energia. Também determinados tipos de objetos são importantes, porque podem atuar sobre pessoas e seres de outros, desde que sejam condicionados à admissão de que uma determinada forma tem poder, um pentagrama por exemplo. A cruz, por exemplo, para o espírito de um cristão, sempre será respeitada,e mesmo temida, isso porque todo cristão comum está condicionado a atribuir-lhe certo poder intrínseco mas que na verdade ela não tem, mas sim a ca-pacidade de condicionar a mente e daí atuar perfeitamente como protetor. Uma pessoa, ou um espírito, que conheça o Cristianismo não desafiará a cruz. Mesmo que ela em si não tenha nenhum poder efetivo direto, ainda assim para um Cristão sim, por ele estar convicto desse poder. A mente é capaz de gerar tudo aquilo em que se tenha fé. O mesmo se pode dizer do triângulo, do pentagrama, e de inúmeras outras formas geométricas. Na verdade existe um nível de poder, ligado às formas, cores, e sons, pois são passiveis de despertar reações psíquicas pela modificação vibratória da mente, daí parte do poder dos objetos.
Além dos objetos mágicos clássicos, no mundo da magia existem muitos outros, na verdade se pode preparar incontáveis “objetos de poder”. Para atuação mágica, podem ser preparados objetos de ação geral e de ação especifica, esses visam alguma necessidade restrita. Para facilitar a prática da Magia podem ser usados muitos objetos e meios, isso é, podem ser usados objetos com a finalidade de operar o processo mágico. Tudo quanto há no mundo material pode gravar vibrações e assim sendo qualquer objeto pode ser vibratoriamente impregnado com mensagens, instruções, com modelos energéticos para serem usados sob distintas maneiras e finalidades.
Qualquer objeto em contacto com um sensitivo recebe e grava os seus padrões vibratórios trans-ferindo uma mensagem para o receptor. Na verdade todos os materiais podem servir como registrado-res, mas há alguns que são mais eficazes. Por exemplo, em fotografia podemos dizer que sais de ferro e de cromo são ótimos registradores, e no campo psíquico há muitos meios de ampliar a capacidade de registro. Por isso é costume a preparar objetos segundo diversos critérios sendo bem usual prepará-los a partir dos 4 elementos. Normalmente um bom mago sente qual o elemento é mais efetivo para um de terminado objetivo, par a obtenção daquilo que pretende.

Mesmo que a magia faça parte do Hermetismo tradicional a v.o.h. recomenda muito cautela no tocante à sua prática. A origem da magia ocidental é no Antigo Egito a partir dos ensinamentos do próprio Thoth, mas no transcorrer dos séculos ela foi desestimulada, pois caminhar por duas trilhas é um exercício perigoso. Por ser muito perigoso, o Hermetismo somente ensina alguns princípios relacionados em câmaras elevadas, esteja devidamente preparado para se defender das sérias conseqüências que podem advir, tanto no campo material quanto espiritual.
Para se entender o porquê da Ordem ser restritiva no que diz respeito à magia é preciso que se leve em as conseqüências tanto da prática em si quando nos seus reflexos, por isso é que é um capítulo destinado aos que já têm bastante convicção na natureza ilusória do mundo, não só sentir, mas já sentir que esse mundo é uma criação mental assim tudo o que venha a ser nele praticado.
Somente aquele que atingiu esse nível pode com segurança se aventurar do campo da magia, pois ele sabe que todas as práticas são efetivadas fora do mundo real.
Voltando ao filme Matrix podemos dizer que o mundo em que Neal atuava nas cenas de ação não era real, e sim que ele pertencia a outro nível para onde ele pedia a abertura de um portal para sair de certas situações. Neal agia, mas sabia que não pertencia aquele mundo, que ele era uma ilusão, mas miríades de pessoas que lá viviam não se davam conta disso, para eles o mundo ilusório era o real. Mundo aparentemente real para miríades de pessoas que, mesmo vivendo num mundo de ilusão ainda assim acreditavam ser tudo aquilo real. Qualquer prática nele era uma prática dentro da ilusão, mas nem por isso inócua.
Em decorrência da responsabilidade dos atos de magia, a VOH só a ensina a partir da 5ª Câmara, e mesmo assim com cuidado. Excepcionalmente para alguém que esteja de alguma forma bem preparada para não ser vitima de alguma pratica que vá ser exercida.
A razão do cuidado que a V.O.H. tem no tocante à magia é decorrente de ser um tipo de atividade que traz poderes e saber que o exercício do poder tem duas faces, uma que pode chamar de ruim e a outra de boa, mas que ambas envolvem perigos. A magia gera poder, se a pessoa o exerce no sentido do bem conseqüentemente pode haver incremento de orgulho, da ampliação da imagem pessoal, e reforço do ego. Se exercida no sentido oposto poder gerar culpa. Por exemplo, se uma pessoa é um curador através da magia, ela pode se envaidecer de sua capacidade e daí sérias conseqüências. Se, por outro lado, se torna um mago negro, ele pode se culpar por violar códigos e por isso se condenar e tiver que arcar por uma existência presa à roda das encarnações. Para o exercício da magia é preciso que o mago não viole os códigos aceitos por ele, para que no futuro vir a se culpar pelos seus feitos, ou, por outro lado, não se envaidecer por eles. Por exemplo, seres como Zaratrusta, Jesus, Apolônio de Tiana, e atualmente Sai Baba e outros podiam fazer milagres, executar atos de magia sem problemas para eles, estarem além do nível de culpa e de vaidade pessoal.
A prática da magia exige certo grau de controle da mente, mas na verdade isso diz respeito ao mundo imanente, ao mundo da ilusão. A culpa só está ligada ao Mundo da Ilusão, apenas quando a pessoa tem convicção disso e que ela deixa de sentir culpa por qualquer ato que venha a praticar, portanto ela não se julgando culpada afasta a condição de pecado, e assim não adquire carma.
A magia é condenada pelas religiões, é tida como atividade pecaminosa. Nisso elas não deixam de ter certa razão, pois, na impossibilidade de explicar como o processo ocorre, e suspeitando dos perigos envolvidos, o mais fácil é interditá-la pelo estabelecimento de códigos proibitivos. Elas assim o fazem para evitar que seus seguidores acabem envolvidos nas conseqüências dos atos de magia. Condenam para que não seja praticada de forma a acarretar culpa. Também elas querem ser as únicas donas do poder. Assim, tudo aquilo que reflete poder fora delas, sem dúvida será condenado; elas não admitem competidores por se considerarem porta-vozes e intermediarias entre Deus e o homem.
Ensinar magia merece muito cuidado porque facilmente pode levar a pessoa a uma autovalorização, incremento do ego que pode chegar ao nível da hipertrofia da auto-imagem, ou o inverso ao nível do sentimento de culpa. Ambas as situações tendem a prender a pessoa na roda das encarnações. A magia gera apego, mesmo a prática positiva na quase totalidade das pessoas acaba por gerar o desejo de continuar no exercício. Temos que levar em conta, que mesmo que se esteja operando num mundo de ilusão, ainda assim não afasta a possibilidade de a pessoa se julgar culpada, ou merecedora de coroa de loiro pelo sucesso. Isso só não acontece se ela tem convicção de estar existindo em nível de ilusão, e que tudo o que venha a ser praticado, em essência não passa de uma ilusão dentro de outra ilusão, ou seja, do em que opera. Sendo assim, operando no lado positivo afasta a possibilidade dela se julgar culpada, mas gera a de exacerbação do ego. Os que aceitam a realidade desse mundo, tudo quanto faz ou é tido como negativo ou positivo, o positivo pode gerar incremento do ego e o negativo gerar culpa, conseqüentemente pecado, condenação e carma.
A magia confere poderes, e poder sem discernimento é sempre perigoso; por a pessoa pode curar, fazer miríades de coisas que julga positiva, mas também o oposto. Se ela tem poderes para praticar o que acha certo, isso não gera culpa, mas gera vaidade, orgulho, ou seja, incremento do ego. Se segue pelo caminho oposto gera culpa, que como temos estudado, é sempre causa de pecado, de condenações, e de carma. Pelos resultados inusitados apresentados no mundo da magia, resultados rápidos, mesmo instantâneos, o poder aflora de forma muito mais evidente do que por qualquer outro meio de sucesso.
Somente quando a pessoa vive no mundo consciente de se tratar de um estado mental então tudo que ele fizer ou deixar de fazer não gera soberba e nem culpa.
Embora a magia seja um dos capítulos do Hermetismo, mesmo assim sua pratica foi desestimulado em conseqüência das implicações. No principio do Hermetismo foi muito usada no Antigo onde ocorreram muitos problemas. Também o Tibete, valendo salientar a Civilização Tolteca Antiga que acabour por ser exterminadas em conseqüência da prática da magia.
Vimos dois perigos inerentes à prática da Magia. Uma é exacerbação do ego, da imagem pessoal como resultado do sucesso quer negativo quer positivo; a outra é a criação de culpa; por último, reflexos sobre o próprio operador ou resultado oposto ao esperado ou desejado que acabe por se fazer sentir sobre o mago. Magia é um processo muito delicado em que um mínimo erro numa operação mágica pode acarretar resultados indesejados sobre a pessoa. Vale o ditado: “O feitiço virou contra o feiticeiro”. Para que coisa assim ocorra batas por incompetência ou por inadvertência o praticante excluir um ingrediente, modificar, ou inverter uma etapa, ou, para que possa ocorrer o inverso do que se pretende.
Em decorrências dos perigos o Hermetismo há séculos deixou de lado a magia, mas então ela continuou como um sistema à parte do Hermetismo Tradicional, adquirindo, então, fórum próprio, que não tardou a se dividir em duas alas: Magia Branca e Magia Negra.
Quando então exercer a magia? A V.O.H. a partir da Quinta Câmara libera algumas práticas, assim mesmo com restrições. Se o Hermetismo o traz atualmente ensinos sobre magia é porque o “lado negro” tem atuado de forma agressiva e sendo assim é preciso que o lado positivo também libere conhecimentos com o objetivo de as pessoas poderem se defender.
Podemos citar aquilo explicito no filme Matrix. Neal sabia que aquela população de Matrix vivia uma ilusão, mas ele bem poderia ficar nele e ensinar meios de lidar com ela, auxiliar a eliminar sofrimentos a resolver problemas mesmo em se tratando de um mundo de Ilusão.
Poderia usar princípios de magia como forma de auxilio mesmo sabendo que nada dela e nem do mundo eram realidades. Assim certas organizações atuam no mundo da ilusão, criando ilusões, mas que atenuam os problemas, e na certeza de que a pessoa só se liberta da ilusão através da própria ilusão.
Para o mago não somente a maia como tudo o que existe no Mundo Imanente não passa de ilusão, todos seus atos são ilusórios, mas não para os habitantes do mundo que desconhecem o Princípio Mental. O mundo da ilusão é muito real para os que vivem cegamente nele e por isso requerem muitos atos ilusórios, mas passiveis de atenuar os problemas.
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1 Considere-se sempre a relatividade do mal e do bem. 2 A que nos referimos existiu há mais de 12.000 anos, não aquela que existiu México com esse nome no período do descobrimento.

No tantrismo negro é considerado negativo porque o indivíduo não deixar escapar a sua própria energia enquanto conduz o parceiro a emitir o máximo possível para que ele a absorva; é portanto, um processo essencialmente egoístico. A degradação moral daqueles elementos que o pratica é tamanha que mesmo no ato sexual preferem não chegar ao clímax para não desprender a energia e assim contar com energia – poder – e muitas vezes a fim de vi¬verem tanto tempo quanto podem. Normalmente eles sempre estão ligados a práticas sexuais não propriamente com o objetivo de usufruir prazer erótico, mas sim para disporem de um cabedal muito grande de energia sutil. Por isso são criaturas que dispõem de energia suficiente para viverem séculos e para executarem todas as coisas do arsenal da magia negra. Não se enganem, eles são poderosos, por isso devem ser temidos. Os que caem em suas malhas estão sujeitos a se tornarem escravos, até que entendam a problemática e possam acumular e controlar muita energia. São pessoas com grande poder de fascinação, por isso a aquele que não souber como se defender, e se não dispuser de uma preciosa guarnição, por certo, será uma vitima a ser explorada e espoliada, até muitas vezes chegarem à exaustão. Há pessoas que só se libertam quando desencarnam e outras nem assim o consegue. São pessoas que podemos dizer altamente demoníacas, não tem como se separar os atos de tais pessoas com os dos seres dos “palácios da Impureza” – mundos inferiores.
Há uma diferença entre os magos negros e os seres demoníacos. Considerando-se que os “palácios da Impureza” e seus habitantes pertençam à natureza negativa da própria pessoa, ainda assim se pode considerar dois tipos de atitudes.
No Unismo é impossível se estabelecer a diferença existente entre um demônio e um mago negro, o que só pode ser explicado em nível de dualismo. Nesta palestra, abandando o lado sexual, vamos explicar, segundo uma visão dualística, o que é e como agem as pessoas satânicas – magos negros – e os seres dos planos inferiores – demônios.
Demônios são seres de nível inferior, seres que pertencem a uma “Árvore da Vida” distinta daquela a que pertence a raça humana, mas que sob determinadas condições estão sujeitas a interagir com a terra e com seus habitantes – seres humanos. São seres que nunca encarnaram como pessoa e que correspondem àquilo que as religiões chamam de demônios. Há místicos que afirmam que os demônios pertencem a uma das sete linhagens paralelas à humana - elementares.
No “mundo” ou melhor, plano que aqueles seres habitam a possibilidade de abastecimento de energia sutil é mito limitada, o inverso do que acontece no mundo de matéria densa, que é bem rico em fontes desse aspecto da energia. Os planos infernais são tremendamente vazios de tudo, aquilo que para eles é um céu – Kether, e um inferno – Malkut – para os seres humanos da terra. Assim se pode dizer que o Kether da “Árvore” deles é equivalente ao Malkut da nossa “árvore”.
Um ser da terra pode ter vislumbres de planos superiores (Astral Superior) ou seja, o céu das religiões. O céu – Kether do mundo terreno equivale ao Malkut de planos do Astral Superior. Pode até se beneficiar – vivências - dos páramos elevados. Ascender até Kether e vislumbrar Malkut do Mundo Astral Superior. “Assim como é em baixo, é em cima”, os seres infernais podem ascender na “árvore” que lhe é própria e não apenas vislumbrar, mas até mesmo desfrutar de vivências transitórias na terra, ou seja, vivenciar condições do nosso mundo, o que para ele é um paraíso. Para isso é bastante contar com a energia necessária. Como eles se extasiam com as coisas deste nosso plano, e necessitam para usufruir vivencias terrenas de energia, por isso eles procuram a todo custo captar energia para ter vivencias terrenas. Como não podem contar com muita energia no mundo deles, então a procuram aqui; sugando a onde quer que ela se apresente. Em especial gostam do quarto de casais, e podemos dizer que chegam a ser hospedes constante dali. A ceara deles são os hospitais, necrotérios, abatedouros de animais, prostíbulos, campos de batalha, terreiro de magia negra, e muito comumente as alcovas, em suma, onde quer que esteja ocorrendo morte biológica por se tratar de um processo em que ocorre a liberação da energia vital - energia sutil.
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Sete linhagens: elementar, elemental, humana, angelical, genial, dêvica
e mais uma que não tem nome definido nas Ordens Iniciáticas.

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