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11 de mai de 2010

Espíritos malígnos (relatos sobrenatural)

Olá a todos.
Na verdade, quero saber se alguém tem uma explicação para o tipo de coisa que vou contar, quem tiver conhecimento nesse assunto, por favor me responda.
Eu mesma nunca tive experiência alguma do tipo sobrenatural, a única coisa intrigante que me aconteceu foi quando eu tinha uns doze anos e estava na frente de casa, em frente à porta, era hora do meu pai chegar do trabalho, eu estava brincando com uma vizinha e quando levantei a cabeça vi meu pai chegando. Do portão até a porta tinha um beco mais ou menos comprido. Eu estava chateada com ele, então excepcionalmente não corri ao seu encontro, aí abaixei a cabeça novamente esperando ele passar, mas estava demorando demais, pois já havia dado tempo dele ter chegado à porta. Foi quando olhei de novo e não havia ninguém. Achei que ele deveria ter ido a uma pequena mercearia que tinha bem próximo.
Contei para minha mãe e esperamos, mas nada... Ela perguntou ao dono da mercearia e ele disse que meu pai não tinha ido lá.
O fato é que depois de algumas horas meu pai chegou, minha mãe contou o ocorrido, e ele disse não ter vindo àquela hora, e também pude constatar que ele estava vestido com outra roupa e não com aquela com a qual eu o vi na estranha ocasião!
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Bem, agora vou falar de fatos sobrenaturais que sempre se ouve falar, mas que para mim, mais parecem interpretações errôneas de gente mais simples, sem conhecimento, que distorcem coisas perfeitamente normais, pessoas que se impressionam muito fácil e juram que viram algo além do natural, quando na verdade, é tudo fruto da sua imaginação. Aliás acho que o cérebro é capaz de pregar muitas peças. Mas continuando... esses fatos sempre ocorrem lá... no interior. As pessoas que contam são sempre muito inocentes e coisa e tal, mas nós não deixamos de refletir sobre o assunto não né?
Tenho relatos de três pessoas: minha mãe, minha avó e uma vizinha, todas moravam no interior quando do ocorrido, e digo-lhes que nenhuma é louca ou mentirosa.
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Minha mãe nunca falou muito da vida dela, não contou detalhes desse caso também, se é que existem detalhes que ela possa ter omitido. O que ela disse, e que é muito comum, é que em uma casa onde morava com meu pai, ouvia vozes e rizadas à noite (sempre à noite né?), e para variar, meu pai não acreditava, até que... numa noite ele também ouviu. E foi tudo que minha mãe contou.
Quero deixar claro que minha mãe não seria capaz de inventar "estória" alguma, e ela nem gosta dessas coisas!
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Já a minha ex vizinha, que também é uma pessoa idônea, tem uma história de arrepiar:
Segundo ela, quando criança mudou-se para uma casa com seus pais e muitos irmãos. Nessa casa, uma presença atentava contra ela. Dentre tantos irmãos só perseguia a ela. Contou que arremessava sua rede contra a parede, e ela também sentia arder por baixo da rede como se tivesse fogo e via (se me lembro bem, pois já faz muitos anos que ela me contou) como que um vendaval (disso tenho certeza. O que tenho dúvidas é se nesse vendaval havia muito papel voando ou era dinheiro!). Era uma coisa assim... um vendaval dentro da sala com papéis esvoaçantes, sem que houvesse vento nenhum lá fora.
Um de seus irmão zombava dela, dizendo que era mentira, que não acreditava. Certa noite ele teve um baita susto quando deitado na rede. Viu do telhado, vir em sua direção um braço esquelético, que ao chegar em frente ao seu rosto bateu os dedos (ossos na verdade) e ele gritou de medo (até parece comédia né? Mas não acho que ela inventaria, não é pessoa disso).
Fato é que esse espírito judiou tanto dela que deixou-a muito doente. Sua mãe foi ver alguém, não sei se uma benzedeira ou sei lá o que, e essa tal disse que se não a tirassem logo da casa ela iria morrer. Então a família se mudou. Mesmo assim, na primeira noite o espírito foi perturbá-la mais uma vez. Depois, não sei o porquê, não foi mais.
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A última história é da minha avó, que conta que certo dia andava por um caminho, e na ida avistou em um canto um senhor já de idade, de cócoras. Ele, quando a viu, chamou-a. Ela não deu atenção. Pensou consigo:
- O que é que esse homem quer comigo! - e seguiu.
Quando retornou, o homem ainda estava lá do mesmo jeito, e novamente a chamou:
- Ei, vem cá! - fazendo sinal com a mão.
Ela, dessa vez, ficou curiosa, dada a insistência dele, e resolveu se aproximar.
Eu só me lembro da minha avó ter dito que ele falou que ela era muito forte e que iria fazer tipo uma simpatia, sei lá, amarrando um cordão, acho que branco (não me recordo bem), na sua cintura, dizendo que não o tirasse, deixasse que ele saísse por si só e assim nunca mais ela iria ficar doente nem sentir nada. Minha avó, para retribuir a gentileza, o convidou para ir até sua casa para um copo d'água. Ele aceitou e foram. Não sei se ele chegou a beber a água, só sei que quando minha avó se virou (não lembro se na hora que vinha com a água ou se depois de guardar o copo) não o encontrou mais. Olhou fora de casa, procurou, mas nunca mais o viu.
Ela conta como se não fosse possível ele ter saído andando sem ser visto, como se tivesse evaporado, pois a casa era muito pequena. Pelo que ela falou, podia-se visualizar a porta da sala lá da cozinha mesmo, então ele teria sumido numa virada de costas apenas.
Coincidência ou não, só asseguro-vos que minha avó, hoje, tem mais de oitenta anos e nunca teve nada, fora uma gripe, é muito forte e saudável, muito firme e lúcida, daquelas pessoas singulares, sabe? Trabalhou a vida toda em serviços pesados, acordava de madrugada para andar quilômetros e trabalhar puxando agave (sisal), aí voltava para casa já escuro naqueles caminhos horríveis (dá aflição só de imaginar), sabe aqueles caminhos que passamos quando viajamos, que só tem mato de um lado e do outro? Pois é, ela andava vários quilômetros a pé todos os dias por esse caminho e encarava esse trabalho. Até hoje tem uma saúde de ferro! Vida longa e saudável a minha avó!
É isso aí gente! Se vocês têm (insisto no acento da regra antiga, rsrsrs...) algum esclarecimento, explicação ou querem comentar, por favor, fiquem à vontade.
 Até mais.
 Júlia.

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