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7 de fev de 2011

envie seu relato sobrenatural

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Síndrome de Cotard


Síndrome de Cotard é uma doença mental descoberta pelo médico Jules Cotard em 1880.



A doença é um estagio avançado da depressão onde a pessoa passa a achar que já morreu! Dependendo do grau a pessoa acha que todos a sua volta também estão mortos. Pode sentir até o cheiro de seu corpo apodrecendo e ver vermes andando sobre ele.

Em alguns casos a síndrome leva a pensamentos suicídas, e nos casos mais raros e extremos a pessoa pode achar que é imortal.


Os principais sintomas da síndrome de Cotard's:

*Depressão
*Pensamentos suicidas
*Crença de que não há corpo. Delírio o paciente se acredita ser uma forma de vida real, quando só existe na sua imaginação
*Crença de que estão sugando seu sangue.
*Pensamentos negativos
*Crença de que eles já estão mortos delírios-Sentindo até mesmo o cheiro podre
*Crença de que tem vermes sob a sua pele
*Crença de que eles são imortais
*Crença de que eles estão quebrando
*Crença de que não possui órgãos internos.
*Analgesia ou nenhuma dor
*Auto-mutilação
2 Casos:

- Uma mulher chamada Laura ao viajar para os EUA apresentou quadros de depressão e chegou a tentar suícidio. Um dia se olhando no espelho Laura viu uma fumaça saindo de sua boca, que ela acreditou que fosse sua alma.
Depois ela começou a sentir cheiro de podre e viu vermes andando sobre ela, achou que estava sendo castigada pela tentativa de suícidio.
Pensando estar morta Laura parou de comer, já que os mortos não comem.
Teve um tratamento com eletrochoques e anti-depressivos e melhorou aparentemente sozinha...

- Uma outra mulher achando estar morta se deitou em um caixão e pediu para ser enterrada. Como a família se negou, ela permaneceu deitada no caixão durante semanas até finalmente falecer de verdade.

Epidemia do Suor Inglês


O suor inglês conhecido como sudor anglicu, atacou a Inglaterra cinco vezes. Foi uma epidemia devastadora que entre 1485 e 1551 matou 3 milhões de pessoas.

A epidemia sempre vinha no verão, o suor matava em até 24hrs, as vezes em apenas 3hrs.
O relato feito pelo italiano Polydore Vergílio em 1485, um dos primeiros conhecidos da doença, é assustador:

“Em 1485 uma nova doença atingiu todo o reino…uma pestilência de fato horrível…repentinamente um suor fatal ataca o corpo, devastando-o com dores na cabeça e no estômago agravadas pela terrível sensação de calor. Em decorrência disso, os pacientes retiravam tudo o que os cobria; se estivessem vestidos, arrancavam as roupas, os sedentos bebiam água, outros sofriam dessa febre fétida provocada pelo suor, que exalava um odor insuportável…todos morriam imediatamente ou pouco tempo depois do suor começar; de tal modo, que um em cada centena escapava”.

O relato do médico real John Caius, feito em 1552, logo após a última epidemia, é mais técnico, mas nem por isso menos assombroso;

“Primeiro a dor nas costas e nos ombros, dor nas extremidades, como braços e pernas, com ardor ou espasmo, como se apresentava em alguns pacientes. No segundo momento apareciam as dores no fígado e nas proximidades do estômago. Na terceira fase surgia uma dor de cabeça acompanhada de insanidade. Na quarta, o sofrimento do coração…pacientes respirando aceleradamente e com dificuldade…com a voz ofegante e lamuriosa…não resistiam mais do que um dia.”
 Os tratamentos eram inúteis, as pessoas chegaram a "conclusão" que para salvar a pessoa, tinha que faze-la suar ainda mais para "expulsar" a doença. Com isso quando alguém apresentava o primeiro sintoma era coberto por roupas, mantas e cobertores. Em pouco tempo a pessoa tinha febre, muito suor e morria. Os familiares achavam que não tinham começado o "tratamento" a tempo.
Lutero foi um dos poucos que contraiu a estranha doença e sobreviveu em 1529

Em 1551 a doença desapareceu tão misteriosamente quanto havia se iniciado...

Praga da Dança, 1518


Em julho de 1518, a cidade francesa de Estrasburgo, na Alsácia (então parte do Sacro Império Romano-Germânico) viveu um carnaval nada feliz. Uma mulher, Frau Troffea (dona Troffea), começou a dançar em uma viela e só parou quatro a seis dias depois, quando seu exemplo já era seguido por mais de 30 pessoas. Quando a febre da dança completava um mês, havia uns 400 alsacianos rodopiando e pulando sem parar debaixo do Sol de verão do Hemisfério Norte. Lá para setembro, a maioria havia morrido de ataque cardíaco, derrame cerebral, exaustão ou pura e simplesmente por causa do calor. Reza a lenda que se tratava de um bloco carnavaleso involuntário: na realidade ninguém queria dançar, mas ninguém conseguia parar. Os enlutados que sobraram ficaram perplexos para o resto da vida.

Para provar que a epidemia de dança compulsiva não foi lenda coisa nenhuma, o historiador John Waller lançou, 490 anos depois, um livro de 276 páginas sobre o frenesi mortal: “A Time to Dance, A Time to Die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518”. Segundo o autor, registros históricos documentam as mortes pela fúria dançante: anotações de médicos, sermões, crônicas locais e atas do conselho de Estrasburgo.

Um outro especialista, Eugene Backman, já havia escrito em 1952 o livro "Religious Dances in the Christian Church and in Popular Medicine". A tese é que os alsacianos ingeriram um tipo de fungo (Ergot fungi), um mofo que cresce nos talos úmidos de centeio, e ficaram doidões. (Tartarato de ergotamina é componente do ácido lisérgico, o LSD.)

Waller contesta Backman. Intoxicação por pão embolorado poderia sim desencadear convulsões violentas e alucinações, mas não movimentos coordenados que duraram dias.
O sociólogo Robert Bartholomew propôs a teoria de que o povo estava na verdade cumprindo o ritual de uma seita herética. Mas Waller repete: há evidência de que os dançarinos não queriam dançar (expressavam medo e desespero, segundo os relatos antigos). E pondera que é importante considerar o contexto de miséria humana que precedeu o carnaval sinistro: doenças como sífilis, varíola e hanseníase, fome pela perda de colheitas e mendicância generalizada. O ambiente era propício para superstições.

Uma delas era que se alguém causasse a ira de São Vito (também conhecido por São Guido), ele enviaria sobre os pecadores a praga da dança compulsiva. A conclusão de Waller é que o carnaval epidêmico foi uma “enfermidade psicogênica de massa”, uma histeria coletiva precedida por estresse psicológico intolerável.Outros seis ou sete surtos afetaram localidades belgas depois da bagunça iniciada por Frau Troffea. O mais recente que se tem notícia ocorreu em Madagascar na década de 1840.

Síndrome de Jonas


De todas as manifestações do azar, a Síndrome de Jonas é de longe a mais estranha; é por meio dela que indivíduos sem sorte se tornam o foco de eventos trágicos, permanecendo pessoalmen­te imunes. Sem ser afetados, eles inexplicavelmente causam aci­dentes, doenças e trazem a morte àqueles com quem moram ou trabalham.



A mais infame representante da Síndrome de Jonas foi "Mary Tifo", que, ao que parece, foi a responsável por uma epidemia que aniquilou aproximadamente quarenta mil pessoas.

A história de sua contaminação começou em 1906, quando membros de diversos lares abastados de Nova York foram ataca­dos pelo tifo. Descobriu-se que uma mulher chamada Mary traba­lhara como cozinheira em todas as residências afetadas e, ao mes­mo tempo em que não conseguiam explicar sua imunidade ao tifo, os inspetores de saúde consideraram-na a causa da dissemi­nação da doença. Ela foi aprisionada por três anos em uma cela isolada.


Entretanto, durante seu encarceramento todos os testes para comprovar a opinião dos inspetores tiveram resultados nega­tivos, e Mary foi por fim posta em liberdade com a condição de jamais trabalhar como doméstica novamente. Quis o destino que ela não cumprisse tal recomendação. Cinco anos depois, numero­sas pessoas ficaram doentes de uma hora para outra no hospital-maternidade do município de Sloanne. O tifo foi detectado e a desafortunada Mary descoberta trabalhando nas cozinhas sob ou­tra identidade. Ela foi novamente detida, desta vez sem condicio­nal. Mary ‘Tifo’ passou o resto dos seus dias em um confinamento solitário, sofrendo a injúria de ser considerada uma das mais infectantes assassinas de todos os tempos.
O mistério jamais foi elucidado, mas o fato indiscutível é que Mary ‘Tifo’ estava sempre no ‘epicentro’ de to­das as irrupções. Poderia ter sido apenas excessiva falta de sorte de Mary, uma vítima inconsciente de uma força muito mais letal e mis­teriosa do que a febre tifóide?

o verdadeiro freddy krueger


Em janeiro de 2006 o paciente de um psiquiatra desenhou o rosto de um homem que vinha aparecendo sempre em seus sonhos. Em mais de uma vez chegou a dar conselhos sobre sua vida pessoal. Sua Mulher jura que nunca conheceu esse homem em sua vida.







O desenho ficou jogado em cima da mesa do tal psiquiatra até que outro paciente também o reconheceu como sendo o sujeito com o qual vinha sonhando e, mais uma vez, afirmou nunca tê-lo visto, a não ser nos sonhos.
Estranhando o fato, o psiquiatra fez cópias do retrato e os enviou à outros colegas. Em poucos meses, recebeu 4 respostas positivas de pessoas que haviam sonhado também com "este homem".

De lá para cá, cerca de 2 mil pessoas pelo mundo todo alegaram já ter visto este homem em seus sonhos e todos afirmam nunca tê-lo visto antes.

Pelo que se sabe, este homem não existe fora dos sonhos. Pelo menos até agora ninguém, em todo o mundo, foi reconhecido por ser ele.


O caso é estranho e já existem diversas teorias tentando explicar ele, mas nenhuma com dados ou fatos que a comprove. Vejam algumas:

1. A Teoria do Arquétipo:
Segundo a teoria psicanalítica de Jung, este homem é uma imagem arquétipica que pertence ao nosso inconsciente coletivo e vem à tona em tempos de dificuldades (circunstâncias emocionais, mudanças dramáticas em nossas vidas, as situações de stress, etc) em indivíduos particularmente sensíveis.

2. Teoria religiosa:
De acordo com esta teoria, este homem é a imagem do Criador, isto é, uma das formas na qual Deus se manifesta hoje em dia. Esta é a razão pela qual seus conselhos e as palavras que pronuncia durante os sonhos devem ser sistematicamente seguidas por quem sonha com ele.


3. Teoria do super sonhador:
Segundo esta teoria, este homem é uma pessoa real, que pode entrar em sonhos das pessoas por meio de habilidades psicológicas específicas. Alguns acreditam que na vida real, esse homem se pareça com o dos sonhos. Outros pensam que o homem dos sonhos parece completamente diferente do seu homólogo da vida real. Algumas pessoas parecem acreditar que por trás deste homem há um plano de condicionamento mental desenvolvido por uma grande corporação.

4. Teoria da imitação dos sonhos:
Esta é uma psico-científica teoria sociológica que afirma que este fenômeno surgiu casualmente e desenvolveu progressivamente por imitação. Basicamente, quando as pessoas estão expostas a este fenômeno se tornam tão profundamente impressionadas que passam a também ver este homem em seus sonhos.

5.Teoria do reconhecimento diurno:
Esta teoria afirma que as aparições do homem são puramente casuais. Normalmente, nós não conseguimos nos lembrar dos rostos que vemos em nossos sonhos. A imagem deste homem seria, assim, um instrumento que, no dia-a-dia das pessoas, facilitaria o reconhecimento de uma imagem onírica indefinida.




E você já viu ou sonhou com este homem ?

Acha que é mentira ? Já fizeram um site que reúne relatos de pessoas de todos os lugares do mundo que sonharam ou viram o homem. Se você viu também pode mandar seu relato pra lá, ele também já espalharam cartazes em vários lugares no mundo todo em diversas línguas procurando pista.



O Fenômeno de Hydesville


O ano era 1848, o vilarejo, Hydesville, Estados Unidos. O que lá aconteceu assombrou o mundo. Foi o primeiro caso de comunicação direta com espíritos, noticiado pela imprensa mundial e testemunhado por jornalistas e estudiosos.
Na casa de uma família americana chamada Fox, que morava num vilarejo de nome Hydesville, no Estado de New York, começaram a manifestar-se forças sobrenaturais que pareciam vir do invisível.
Essa casa já apresentava estranhos ruídos nas paredes, batidos e barulho de passos, com indícios de serem provenientes de uma inteligência oculta desejando se comunicar, bem antes da família Fox se mudar para lá. Em 1844 o mesmo já tinha acontecido com o casal Bells e em 1846 com a família Weekman. Ambas essas famílias saíram dessa casa por conta desses fenômenos.
Inicialmente os Fox não sofreram nenhum incomodo em sua nova residência. Entretanto, algum tempo depois, mais precisamente nos dois primeiros meses de 1848, os mesmos ruídos insólitos que perturbaram os antigos inquilinos voltaram a manifestar-se outra vez. Eram batidas leves, sons semelhantes aos arranhões nas paredes, assoalhos e moveis, os quais poderiam perfeitamente ser confundidos com rumores naturais produzidos por vento, estalos do madeiramento, rato, etc. Por isso a família Fox não deveria ter-se sentido molestada ou alarmada. Entretanto, tais ruídos cresceram de intensidade, a partir de meados de marco de 1848. Batidas mais nítidas e sons de arrastar de moveis começaram a fazer-se ouvir, pondo as meninas em sobressalto, a ponto de negarem-se a dormir sozinhas no seu quarto, e passarem a querer dormir no quarto dos pais. A principio os habitantes da casa, ainda incrédulos quanto aa possível origem sobrenatural dos ruídos. levantavam-se e procuravam localizar a causas natural dos mesmos.

Na noite de 31 de marco de 1848, desencadeou-se uma série de sons muito fortes e continuados. Ai, então, deu-se o primeiro lance do fantástico episódio, que ficou como um marco inamovível na historia da fenomenologia paranormal. A garota de sete anos de idade - a Kate Fox - em sua espontaneidade de criança teve a audácia de desafiar a “forca invisível” a repetir, com os golpes, as palmas que ela batia com as mãos! A resposta foi imediata, a cada estalo um golpe era ouvido logo a seguir! Ali estava a prova de que a causa dos sons seria uma inteligência incorpórea.
Como em uma espécie de código onde uma pancada na parede significaria uma resposta afirmativa às perguntas feitas. Já duas pancadas, significariam uma negativa, além de outros sinais, que poderiam formar frases inteiras. Os curiosos acabaram por descobrir que aquela manifestação era o Espírito de uma pessoa que havia vivido, quando encarnado, na casa dos Fox. Seu nome fora Charles Rosma, e seus restos mortais, até então desaparecidos, estavam enterrados no porão do local. Esta descoberta fascinou muitas pessoas, despertando o interesse sobre o mundo espiritual.

Encruzilhada



Você deve se perguntar,o que se faz em uma encruzilhada?? O.O
Muita coisa,pode crer,mas enfim,estamos falando de coisas sobrenaturais lembra??
Então vamos falar de pactos demoniacos,essa história é bem antiga,se você quiser algo e quer que seja facil e rapido,faça um pacto,segundo a crendice popular funciona assim:

Vai numa encruzilhada à meia noite levando alguma oferenda ao demo. O.O

Achou facil? U.U

Pode ser,mas isso tem um preço e Robert Johnson pagou por ele(segundo a lenda).

Existe uma lenda muito famosa envolvendo um pacto desse tipo. A lenda de Robert Johnson.
Lá estava um afro-descendente norte americano totalmente desprovido de talento que sonha em ser um astro. Ele não pensa duas vezes. Vai até uma encruzilhada do Mississipi no horário de costume levando uma oferenda (ninguem sabe o que é,mas se eu fosse o demo,gostaria de receber um Playstation 3...hehe).

O diabão aparece e pergunta o que ele quer. Tocar, violão - diz ele - melhor que qualquer um no mundo!
E assim foi feito. Agora Robert sabe tocar guitarra como ninguém. De lambuja o diabão ainda deu talento como compositor. Suas mãos desajeitadas se transformam num furação sobre o violão.

Mas, fazer um pacto demoníaco e se dar bem não é tão simples. O que muitos de vocês imaginam? Nosso Robert ficou rico, não? Claro que não. O imbeciu só pediu talento...esqueceu de incluir fama e dinheiro!(eu pediria mulheres tmb...rsrs).

Bom,ele iniciou sua vida profissional totalmente fracassada, tocando em bares e prostíbulos(ao menos lá eu acho que ele consegueria mulheres). Compôs 29 belas músicas que apenas eram conhecidas pelos músicos do meio artístico. Na verdade ele era admirado pelos profissionais, mas não caiu nas graças do público.
Em pelo menos 3 músicas de Robert faz alusão ao pacto. Me and the Devil Blues, Hellhound on my Trail e Crossroad Blues. Dizem também que ele costumava tocar algumas músicas de costas para a platéia. Alguns contam que é por que seu rosto ficava desfigurado devido a possessão demoníaca. Compôs 29 músicas em 7 dias. Dizem que houve uma trigésima, que nunca foi encontrada(O demo gosto e deve ter ficado com ela,rsrs).

Apenas dois anos depois do pacto o diabo veio cobrar a dívida. Seu fim foi estranho. Poucos dias antes de sua morte ele foi encontrado em seu quarto andando de quatro e uivando como um lobo. Depois agonizou de dor até morrer.

Bom,aconselho a conseguir o que quer com esforço próprio,a menos que queira morrer imitando um lobo...xD
Se ver uma encruzilhada,passe rapido,se ver algo.

O Bebê Diabo


ssa lenda foi popularizada pelo famoso (e extinto) jornal NP (Notícias Populares) que circulou por 20 anos no Brasil e criou diversas das lendas urbanas que conhecemos, dentre elas está a do Bebê Diabo. Segundo o jornal ele era um bebê que nasceu com chifres, cascos e rabo e, de acordo com a mãe da criança, o próprio capeta era o pai. Provavelmente ele não passava de um criança que nasceu com algum defeito genético, mas como "bebês satânicos" vendem mais que "crianças deformadas", ele acabou ganhando esse estigma.

Ceifador


O Ceifador, é a criatura que acaba com a vida das pessoas e só pode ser visto por sua vítima, segundos antes de sua morte. Existem diferentes tipos de ceifadores em várias culturas com diferentes nomes. Os ceifadores podem parar o tempo, e os relógios próximos ao local de seus aparecimentos costumam ficar congelados no minuto exato da morte da vítima. O Ceifador pode ser controlado através de um ritual de magia negra pesada, para tanto a pessoa precisa construir-lhe um altar feito com ossos e sangue humano. Além disso, o manipulador do ceifador usa uma cruz que é segurada ao serem proferidas as palavras do encantamento. Com o feitiço, o manipulador tem total controle sobre o ceifador e pode escolher a quem matar e a quem salvar. Mas, caso o manipulador perca o controle sobre o ceifador de alguma maneira, ele se voltará contra o mesmo e o matará.

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