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7 de fev de 2011

torres do silencio

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torres do silencio


As Torres do silêncio são construções em forma de circulo que possuem usos e simbologias funerárias para os adeptos do Zoroastrismo. Eles consideram o corpo de um cadáver impuro, e para não violar a sacramentalidade da terra, recusam-se a enterrar ou cremar um corpo. Em vez disso, depositam o defunto no alto duma construção nas montanhas, onde os abutres vêm e devoram sua carne, logo após os ossos entram em contato com cal virgem, para que possam se desintegrar e depois disso serem jogados num cursor d’água onde seguem em direção ao mar, não tocando assim o solo.

Este costume milenar está se extinguindo. No Irã, a pátria original do zoroastrismo, a última Torre do Silêncio, a de Yazd, foi fechada recentemente por falta de equipamento humano para mantê-la. Agora, se um zoroastriano morre sem antes deixar registrado oficialmente o desejo de ter seu corpo enviado para que cuidem dele na Índia, e a família não pague as despesas, não haverá para ele um funeral que esteja em conformidade com a sua fé

A única Torre do Silêncio ainda em atividade esta localizada em Mumbai, mas mesmo na Índia, as comunidades zoroástricas têm encontrado dificuldades para seguir com seu ritual funerário tradicional, que é dispendioso e dificultado pela desaparição cada vez mais acelerada dos abutres. Teme-se que a Torre do Silêncio um dia suma da face da terra, e com ela a religião zoroastriana.

Nos dias de hoje, a maioria dos zoroastrianos, sejam eles parsis (como são conhecidos na Índia) ou membros de comunidades zoroástricas do Irã, Paquistão, dos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e em outros países, são cremados após morrer e suas cinzas jogadas ao mar.
As fotos abaixo foram tiradas de uma Torre do Silêncio localizada na Índia, no final dos anos 90.

Cruz do patrão



Conhecida como o local mais assombrado de Recife, A Cruz do Patrão fica onde antes existia um istmo que ligava Recife e Olinda, às margens do Rio Beberibe e servia de baliza para os barcos que chegavam para atracar.
Dizem que foi construída a mando do patrão-mor do porto e que além de marco de navegação, a Cruz tinha outras funções. Lá eram enterrados os negros pagãos mortos durante as viagens nos navios vindos da África. A areia da maré facilitava esses sepultamentos improvisados. A inglesa Maria Graham fez um relato no qual afirmava ter visto pedaços de corpos em volta do marco.
Até o século XIX, no local também eram fuzilados os militares condenados à pena capital.
Segundo o escritor Franklin Távora acreditava-se que todos que passassem pelas imediações da Cruz do Patrão à noite veriam almas penadas ou seriam perseguidos por terríveis espíritos. Além disso, ocorreram fatos trágicos ali, conta-se de um estudante foi encontrado assassinado junto à Cruz. Culpou-se um soldado, que foi preso e mandado para Fernando de Noronha. Tempos depois descobriu-se que o culpado seria outro indivíduo, que cometera o crime animado por um "espírito infernal". Mas a revelação chegou tarde já que o soldado acabou morrendo na prisão da ilha.
Como muita gente preferia o caminho mais longo entre Olinda e Recife para evitar passar pela Cruz do Patrão isso tornou o lugar um ponto ideal para reuniões de feiticeiros praticantes das artes mágicas vindas do continente africano. Os encontros aconteciam principalmente nas noites de São João. Conforme relatos da época, um desses festejos teve como ápice o aparecimento do próprio Exu, figura com olhos de fogo e preto feito carvão. O espírito dirigiu suas atenções a uma moça que participava do culto e a perseguiu até o rio Beberibe, onde ela se atirou. 

O Vicariato de Borley



Conhecida como a casa mais assombrada da Inglaterra, o vicariato de Borley foi construído em 1863 para o Revendendo Henry Dawson Ellis Bull.
Visões de carruagem fantasmas, uma freira e um homem decapitado eram freqüentes na casa, além de objetos que eram arremessados, outros que apareciam e desapareciam, pegadas misteriosas, campainhas que tocavam inexplicavelmente e escritos nas paredes de autoria desconhecida.Uma das filhas de Bull foi acordada com uma bofetada; outra viu um ancião negro e de chapéu alto junto à sua cama. Durante a noite ouviam-se passos e pancadas. Campainhas tocavam e vozes sussurravam. Uma visita habitual da casa viu diversas vezes uma freira.Entre 1930 e 1935 o vicariato esteve entregue ao Revendendo Lionel Algernon Foyster, sua mulher Marianne, sua filha Adelaide. Apareceram mensagens rabiscadas nas paredes e pedaços de papel e frequentemente ouviam-se passos. Uma voz chamou Marianne pelo seu nome e sentiam-se aromas estranhos, especialmente de alfazema. Um dos rabiscos nas paredes, na sua maior parte incompreensíveis, parecia dizer "Marianne, vai buscar auxílio".Edwin Whitehouse passou algumas dias no vicariato com seu tio e sua tia em 1931. Um quarto que não era usado pegou fogo e enquanto as chamas eram apagadas, caiu no chão uma pedra do tamanho de ovo de galinha. Mais tarde, quando o vigário fazia um exorcismo no seu quarto, Edwin e sua tia foram atingidas por pedras.O vicariato ardeu completamente em 1939. 
Na noite do incêndio várias pessoas viram a figura de uma jovem a uma janela do andar superior.
Mas os fenômenos prosseguiram ainda.Um motorista, Herbert Mayes, ouviu o tropel de patas de cavalo aproximar-se e passar por ele nas proximidades do vicariato, alem disso durante o black-out em tempo de guerra, as milícias da Defesa Civil foram convocados algumas vezes devido às luzes que se viam nas janelas.Em 1943 em uma escavação no local, operários encontraram fragmentos da caveira de uma mulher e brincos com símbolos religiosos. Outros pesquisadores do mistério do vicariato de Borley souberam, através de sessões espíritas, que, no século XVII, uma jovem freira francesa, Marie Lairre, fora obrigada a abandonar seu convento para se casar e fora estrangulada pelo noivo no dia 17 de Maio do ano de 1667, num edifico que se erguia no local onde foi construído o vicariato. O seu corpo, segundo as mensgens espíritas, fora enterrado na adega.

A Moça Da Capa Preta


A Moça Da Capa Preta Era Uma Vez uma moça muito bonita que gostava muito de Dançar em Bailes...Certo Dia Um Jovem com péssima aparência chamou-a Para dançar! , E ela não Aceitou Dançar com esse jovem, De repente deu uma vontade de ir ao banheiro, Quando ela saiu o jovem, a esfaqueou, e ela Faleceu... Outro dia um moço foi ao mesmo Baile, Depois de muitos anos da morte da moça... E ele encontrou uma moça muito bonita A qual sempre vestia uma capa preta, Quando chegava no Baile ela tirava e pendurava! , Só usava quando saia! Um dia ela pediu pra ele leva-la em sua casa, Chegando lá ele reparou que sua casa era muito escura e sem energia, Clareada por luzes de velas, Assim que ela chegou em casa tirou sua capa preta, E pendurou como sempre fazia... Eles dois estavam tão cansados que se deitaram e dormiram, Quando foi pela manhã ele acordou e percebeu que estava em um cemitério, E a capa estava pendurada na TUMBA! O rapaz tomou um susto tão grande que Gritou! AAAAAH! , Ele observando a tumba percebeu que ali estava o nome da garota, e a data de sua morte, Já fazia 10 Anos que ela tinha morrido. Mas sua alma inconformada com o que aconteceu continuou indo ao mesmo baile dançando com vários rapazes, infernizando a vida te todos os rapazes, O rapaz inconformado foi na casa a qual ela deu o endereço (A casa Dos Familiares dela), Chegando lá quem atendeu a porta, Foi uma governanta que era muito antiga na casa! E o rapaz perguntou: - Bom Dia, A Senhora conhece uma moça que gosta muito de ir ao Baile, E usa uma capa preta? Assustada a Governanta respondeu: - Olhe ali o

retrato dela faz 10 anos que ela morreu. O Rapaz ficou louco, E assim aconteceu com milhares de rapazes a qual visitavam esse baile. Isso não é Uma simples lenda, Se você quiser tirar duvidas, Venham aqui em Maceió no Cemitério Trapiches da Barra, A Tumba dela está lá junto com uma capa preta... Se não acredita! Olhe com seus próprios olhos...

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