pesquisa magos da luz

Custom Search
------------------- -------------------------------------
English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

19 de abr de 2011

Minha luta contra um demônio

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Minha luta contra um demônio

Era uma casa no interior de MG.
Uma casa de desavenças familiares, muitas brigas, eranças q nem sequer existiam e muitas outras "cargas negativas".
Cá estava eu, sofrendo de terríveis pesadelos, querendo alugar uma casa.
Ñ sabendo de nada, aluguei ela, pois, pra mim, era só uma casa como outra qualquer.

Noites se passaram e eu sempre ouvia ruídos estranhos.
"_Ratos". Pensei comigo mesmo.

Mais noites foram se passando e os barulhos só almentando de tamanho e mudando de lugar.
Começaram com ruídos minúsculos, ñ dei atenção, começou então as batidas, ora nas portas de dentro de casa outras no rack onde ficava o meu PC perto da cama, passos firmes e fortes, até q, parece q ñ estava-lhe dando atenção suficiente e nem ficando com medo, elas batiam embaixo da minha cama, de baixo pra cima, como se tivesse alguém chutando.

Comecei então a gostar da casa, isso mesmo, gostar, pois, sempre quiz q isso acontecesse comigo.

Fui pagando o aluguel normalmente e os meses foram se passando, sempre, incrivelmente, só acontecia qdo estava sozinho.
11/01/09

Leo

Comecei a contar essas histórias pros meus amigos mais velhos, q já conheciam a região antes mesmo de se tornar uma cidade.
Eles me explicaram tudo daquela casa, tudo de ruim q já havia ocorrido lá.
"_Poltergueist". Pensei comigo, "Deve ser vibrações negativas q têm naquela casa". Disse. Eles afirmaram com a cabeça.

O tempo se passou mais e ganhei a fama de "louco corajoso", por ñ sair de lá. Eu estava gostando, fazer o q?

À noite, como sempre, deixava uma luz de emergência, daquelas flosforecentes de R$ 9,90, ligada na tomada da sala.

Os barulhos uma noite cessáram.
"_Agora fudeu!". Pensei comigo.


Noites à fio e nada dos barulhos.

Numa noite calma, começaram novamente qdo eu me deitara, só q dessa vez ñ estavam normais, estavam mais "presentes" do q antes, minha cama chegou a qse pular, nun desses "chutes". Fechei os olhos pensando: "Uma hr para...".
Nessa hr, algo sentou em cima de mim, na cintura, prendendo os meus braços pelos pulsos. A "coisa", por incrível q pareça, além de ñ deixar eu me mover, ñ deixava eu abrir os olhos para ver se era alguém querendo me pregar uma peça.
"_Puta q o paril, tenho q arrumar um jeito pra tirar isso de cima de mim".
Pensei até q tive uma idéia: "Vou ser eu q vou agarrá-lo".
Prendi uma de minhas mãos na mão q estava mais perto do meu pulso, a esquerda.
Aquilo lutava pra eu largá-lo. Fui conseguindo abrir os olhos devagar, parecia q ele estava perdendo forças.
Qdo finalmente, abri meus olhos por completo, aquilo se transformou em milhares de micro esferas pretas, como aquelas no filme "À Espera de um Milagre", ela sobrevoou meu quarto como uma nuvem amorfa e se escondeu no quarto ao lado, como ñ possui laje as casas de lá, somente o telhado, ela passou pelo vão entre o telhado e o alto da parede.
Isso se repetiu váreas vezes durante a noite, sempre vendo pouco, por causa da pequena luz branca flosforecente e sempre qdo me levantava olhando a "nuvem" ir para o quarto ao lado e acendia a luz, e ia pro outro quarto, ñ havia nada lá.

Uma hr, assim q fechei os olhos, ouvi um barulho assustador, parecido com um canto de cigarra e um bater de asas de um beija-flor, muito alto, parecia dentro da minha cabaça, pois, eu sempre coloco protetores de espuma elástica dentro dos ouvidos, ñ deveria estar escutando aquilo, abri meus olhos e uma surpreza, uma coisa parecida com uma mariposa grande (uns 15cm) voando em câmera lenta, mas batendo as asas como louca. Peguei-a com minha mão, ela se debatia e continuava com aquele barulho, até q a asa q eu tinha pegado, se soltou e ela caiu no chão, a asa continuava batendo sozinha na minha mão como se a mariposa ainda estivesse lá, soltei a asa na minha cama e ela continuava a se debater, corri e acendi a luz, desta vez, a "nuvem" saiu de debaixo da cama, onde a mariposa de uma asa havia se escondido, ela circulou o ar novamente e foi, como sempre, pro quarto ao lado onde sempre acendia a luz e ñ tinha nada além das minhas ferramentar de trabalho.

Na próxima vez, figuei de olhos abertos e pensei: "Agora quero ver essa "nuvem" entrar aki".
Qdo ela entrou, entrou com um zumbido insuportável e com a forma de um monte de "Marimbondos Cavalo", aqueles maiores q existem, voando e fazendo um círculo, como se fosse uma coroa.
Pensei: "Agora sim q fudeu, vou levar um monte de picadas antes dela sair". Em seguinte: "É biológicamente impossível esses insetos se comportarem dessa maneira". Começei a perder o medo e eles vieram em minha direção, me mantive completamente calmo, eles continuaram voando em círculos só q no meu rosto, eles se transformaram na núvem e foram pro outro quarto, nem fui acender a luz, pois, já estava virando rotina, pensei comigo mesmo: "_Agora vou fechar os olhos e qdo ele sentar em cima de mim de novo, vou agarrá-lo com jeito".
Ñ deu outra, qdo senti ele sentando sentar em cima de mim, agarrei as duas mãos dele q estavam em cima dos meus pulsos, algo me dizia q "aquilo" estva se cansando. Qdo o agarrei, com confiança, subtamente abri os olhos e lá estava ele, parecido encarnado de algum filme q nunca vera ou jogo q jogara, um grande demônio em cima de mim, sorrindo à poucos centímetros do meu rosto, um sorriso gigante, repletos de caninos proporcionais à boca, completamente alinhados, parei e me acalmei um pouco, olhando diredamente nos seus olhos, já ignorando seus músculos imensos e seus grandes chifres enrolados. Ela falou em minha cabeça sem mecher os lábios, como telepatia: "Estou sugando a sua alma bocó!".
Nessa hr, lhe dei um sorriso e pensei, como transmitindo pra mente dele: "Haha, vc está querendo é me fazer medo".
Ele ficou sério por instantes, vendo minha calma só almentando perante ele, aí perdi o medo por completo, torci a cabeça um pouco, no sentido horárioe serrilhando os olhos, como um cão q vai atacar o outro, mas, sempre mantendo meu sorriso e minha calma.

Ele começou a perder forças e cair pro lado, sua cor mudara tb, ele ficou pálido e foi murchando, como uma bechiga de ar, foi tomando a forma humana enquanto caía, qdo finalmente foi pra cair no chão, ele atingiu uma velocidade imensa, passando por cima de mim e se arrebentando na parede, ele espatifado, começou a virar aquelas mini esferas negras, só q desta vez, a parede a absorvia ou ele escapava pela parede, até hj ñ sei, só sei q aquilo me deu uma alegria muito grande e ñ tive pesadelos frequêntes como tinha.
Passei o resto da noite em claro (jáá era qse 6:00AM), esperando pra contar pros meus amigos, afinal ñ é todo dia q acontece isso com a gente, ñ é.
Nos dias seguintes, nunca me aconteceu mais nada naquela casa, aí perdeu a graça (e o ponto ñ era tão bom) e aluguei uma casa no centro da cidade.

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Marcadores

Follow by Email

Recent Posts

Postagens populares

Minha lista de blogs