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20 de jan de 2013

Histórias reais (relato sobrenatural)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui -->
"Não estamos cá para fazer turismo"

Histórias reais de quem não queria evoluir espiritualmente e trabalhar ao serviço de
Deus Pai para a sua glória e louvor.


A vida para ser compreendida tem de ser vista no espaço de anos e décadas porque um curso feito anos ou décadas atrás sem razão ou nexo, pode vir a ser muito útil posteriormente.
Toda a caminhada é feita por passos e as forças do destino encarregam-se de nos encaminhar para os locais e conhecer as pessoas que nos vão ensinar fazendo sofrer, dando conhecimentos e presenteando alegrias ao mesmo tempo que o carma é saldado, ou, aumentado.
Nesta mecânica o factor "Livre Arbítrio" é que pode estragar tudo, tanto que alguém destinado a um grande serviço para humanidade pode acabar como um desconhecido reaccionário e ignorado.
Casos destes fazem parte dos anunciamentos previstos (não é profecias, porque a "profecia" é de Deus e realiza-se sempre ao contrario da adivinhação feita pelos homens), quantas pessoas foram anunciadas como por exemplo o terceiro anticristo (ou a terceira guerra mundial), entre outras célebres adivinhações feitas por homens com fortíssima espiritualidade - eles não erraram, o Livre Arbítrio dos anunciados é que mudou o futuro pois este não está escrito, encontra-se predestinado. Só as forças do Destino são capazes de fazer cumprir integralmente um evento anunciado, uma Profecia emanada de Deus.

Caso zero: Eu
Hoje, olhando para trás, compreendo que há só duas formas de se estar espiritualmente na vida: como ego_istamente queremos, ou, como Deus Quer!
No 1º caso, queremos em verdade verdade sentirmo-nos como deuses e fazer as coisas à nossa maneira impondo a nossa vontade e visão estrita - estamos por nossa conta (e riscos) - e brincamos à espiritualidade achando-se muita graça a coisas que só fascinam e em nada contribuem para ajudar os outros ou mudar o mundo.
Agora, estar com Deus é obedecer à sua vontade e abandonar as vaidades e vontades estritamente pessoais - o Ego - e integrarmos a estrutura hierárquica que leva a Deus e escutarmos o que ele quer de nós (ou estamos dentro ou estamos sozinhos).

Mesmo antes do nascimento da minha filha, Eu e a minha esposa éramos assolados por azares e ela, por doenças inexplicáveis que persistiram depois do parto; nenhum de muitos médicos entre muitos, e muitos, e muitos exames encontraram razão plausível. E, somente uma terapeuta de medicina alternativa conseguiu devolver parte da saúde estranhamente perdida. A minha caminhada espiritual levou-me ao Reiki e sobre muitos assuntos espirituais, eu sabia que existiam, respeitava mas persistia em não querer saber, mesmo perante as esmagadoras evidências que tudo à minha volta estava errado, os azares eram demais, e como hoje digo: «um acidente é um acaso, muitos acidentes é um padrão»
Mesmo com o destino a ser madrasto, persisti em fazer as coisas à minha maneira, seguir as minhas vontades, evitando conhecer, até ao culminante dia em que a minha filha com 2 anos sofreu a amputação de um dedo num acidente bizarro, improvável e incompreensível.
Depois desse dia, decidi finalmente trilhar os caminhos das respostas que há muito andava a evitar, sendo hoje a mesma pessoa que em 2005 nada sabia sobre verdadeiras matérias espirituais que vos diz: estar com Deus, é estar Bem (eu antes estava sozinho e hoje ainda pago pelos meus erros de ser só ego convicto).
Para concluir, falando sobre o meu destino: se persistisse em não evoluir espiritualmente, teria morrido 5 meses depois num "estranho" acidente de carro - somente resultado das minhas decisões erradas em persistir fugir ao inadiável Real sentido de se existir.

1º Caso: "M"
"M" é uma senhora doutora muito trabalhadora que tem/tinha como destino tornar-se uma grande figura espiritual, alguém para ficar na história, mas M é cobarde.
Quando M soube que era médium, achou somente "interessante".
Descobriu porque a sua vida e de quem com ela vivia estava do avesso repleta de doenças, acidentes e demasiados azares.
M atravessou os anos cobardemente à espera que alguém a safasse, e alguém desse luta às forças malignas que a atacavam, e M descobriu que a sua súbita estranha doença brotada aos 30 que ninguém sabe o que é mas chamam-lhe "ataques de pânico" sem causa aparente (excepto stress) se devia a colegas de trabalho e pessoas de família.
M tinha evoluído ao ponto de fazer alguns trabalhos espirituais e devia começar a incorporar mas recusou-se.
Hoje M tem um conjunto de tumores e as doenças inexplicáveis que os múltiplos exames médicos não acham causa aparente, diversificam-se.
A M foi-lhe dito que ela precisa de evoluir espiritualmente para poder crescer e ganhar forças para combater e se libertar das energias que a assolam, e cada dia que passa, os seus inimigos são cada vez mais fortes - o destino de M está traçado: ou trabalha ou desaparece, porque chegará um momento que não será capaz de trabalhar, mas ninguém pode obrigar M a trabalhar, é o seu Livre Arbítrio e ela não pode exigir protecção se não cumpre o que se comprometeu a realizar antes de nascer.
 
2º Caso: "AV"
Quando conheci "AV" foi mesmo por obra do destino, apresentou-se como "AR", tinha nessa altura uns 19 anos - era nessa altura alguém com conflitos interiores mas positivo.
Estava destinado a ser o maior dos maiores na sua área profissional, mas, descarrilou. Primeiro meteu-se com uma tipa super negativa que usava até o próprio dinheiro dele para lhe fazer macumbas e ia ascendendo na vida - é daquelas "santas" que passam o tempo todo a dizer que são "santas" pois carecem de fazer acreditar, mas até ao mais despercebido se observar as suas tatuagens que são uma mensagem clara da sua real natureza.
Mas AV estava bem acompanhado pois até pessoas próximas dele energeticamente o influenciavam. Mas a vida de AV sofreu um grande golpe quando alguém muito próximo faleceu.
Fui incumbido da missão de informar AV que essa pessoa do outro lado tinha a lhe comunicar algo grandioso, mas a negativa impediu-o e AV desligou-me o telefone na cara - sua decisão, e eu: cumpri a minha missão, lavei as mãos.
Depois AV tornou-se presunçoso e negativo e a sua vida é alvo de espiolhice, e como vislumbrei - pois até através da razão, podemos prever o futuro previsível - AV entrou numa negatividade e decadência que um dia nem servirá para defender as comunidades sociais proscritas...
E a família só ajuda pois ocasionalmente, em sonhos vívidos encontro o espirito de AV no astral, e que coisa (não é pessoa pois essas não se metem com prostitutas e desprezam-nas) se tornou.

Para a glória de Deus não carece se dizer e fazer-se espiritual, é preciso o ser!
AV envolveu-se com coisas malignas pois também aprendeu a recorrer ao oculto o que o levou à sua perdição pois toda a porcaria que realiza, terá de a pagar pois tudo nos retorna.
Nesta encarnação AV começou pobre e o destino destinava-lhe a riqueza pois na encarnação anterior retiraram-lhe o dinheiro, mas esta já é outra história. Neste momento AV está somente acompanhado pelas malignidades que semeou.

3º Caso: "MF"
MF é outra senhora doutora muito honorável que passa o tempo inteiro a vender a sua pseudo espiritualidade e é claro, a sua bondade. MF fez todos os cursos espirituais que desencantou e é a teórica perfeita, que curiosamente, em primeira mão assisti MF a ser tocada por uma entidade extra física, e, é claro borrou-se toda.
Assim são as pessoas, muito espirituais até verem ao vivo.
MF tinha um defeito, ficava entre as pernas e não podia ser apagado e marchava tudo. MF tinha 36 anos e queria companhia que é o sonho das mulheres, mas MF estava fora de prazo, a única coisa dentro do prazo era a conta bancária e como gostava mesmo de cafajeste, envolveu-se com um demónio vivo que lhe dizia coisas hilariantes que iria deixar mulher e filhos e foi lhe sacando às dezenas de milhares de euros enquanto lhe fazia a cabeça e programava energeticamente pois era um macumbeiro de algibeira, que estragasse fortunas em Gurus da treta para fazerem macumbas aos seus inimigos.
MF teve a possibilidade a tempo de se libertar do mal, mas, optou por o seguir, e tinha uma amiga médium que a alertou mas ignorou-a. MF apanhou SIDA com o santo homem que só lhe sacou a cheta e a deixou parva e estúpida atacando inocentes e praguejando contra desconhecidos. No caso de MF, explicitamente afirmo que se a estupidez desse cêntimos, as baboseiras que ela vocifera faziam-na multimilionária. Assim a pseudo espiritualidade descamba na malignidade e no bater das portas dos Professores de Jornal.

4º Caso: "P"
"P" é uma senhora directora que não tinha problemas, só invejas.
P quis saber coisas da sua vida espiritual e foi lhe dito: cresce!
P não o fez mas a vida tem de ser vista no espaço de anos e as forças do destino colocam as soluções antes dos problemas, das tempestades.
P hoje é alvo de macumbas de quem a quer pôr fora do seu posto e só vai piorar - foi a decisão de P não evoluir antes de chegarem os problemas, as lições da vida...

5º Caso: "M"
"M" era uma pessoa simples superpositiva que promovia vendas.
Enquanto falei com M, falei-lhe das minhas experiências com as lutas travadas contra as forças da bruxaria e como fui vitima, era impelido só a falar sobre isso e a minha intuição nada me dizia.
Chegou o momento que considerei que não tenho que estar atrás das pessoas pois o interesse é delas e nesse momento a minha intuição disse-me que M sofria de uma macumba feita pelo namorado (também tem outra).
Enviei-lhe um email em que frontalmente lhe disse que estava disponível quando ela quisesse crescer mas o interesse era dela e tinha que se mexer. Ainda a informei que tinha um problema de natureza espiritual que não lhe diria qual era mas que procurasse um médium verdadeiro para a informar.
Hoje sei através do registo akáshico que M foi procurar um Guru e este lhe disse que tinha essa macumba e M em vez de crescer, involuiu e pediu ao Guru como havia de fazer uma macumba contra o namorado para o agarrar também.
Haja estupidez.

6º Caso: "R"
Este é dos casos em que a pessoa está destinada ao estrelado e vive para o anonimato. "R" é uma pessoa super positiva, super bem disposto e destinado a ser na sua área profissional um nome de renome internacional, mas R trabalha para outrem e deixou os seus projectos na gaveta - morreu para a vida.
É assim que o Livre Arbítrio individual contradiz o predestinado.

7º Caso: "J"
"J" é uma pessoa com uma força espiritual inimaginável mas também é um profissional muito bem colocado numa grande multinacional. J queria ir ao Tibete um dia para procurar satisfazer as suas ocultas motivações espirituais mas fez um percurso mais demorado, foi pela IC19 e teve as respostas para a sua vida e o incubimento de ter que se desenvolver espiritualmente.
J ao contrario das pessoas que existem, quando cá aterrou já vinha com todo o equipamento, só falta o ligar.
Mas J tem um grave defeito: é um jogador, a vida é um jogo e as pessoas servem para serem manipuladas e extorquidas a elas informação - isto não é uma pessoa espiritual tanto que aquilo que fazemos é o reflexo do que somos e em verdade, verdade, J não tem amigos, somente conhecidos que possa usar (tanto que teme e procura nas pessoas insistentemente aquilo que ele lhes faz).
J terá que crescer interiormente e espiritualmente, por muito protegido que seja, de nada serve ao mundo um jogador compulsivo. J está sozinho com os demónios que o rodeiam e que ela afirma saber controlar.

8º Caso: "H"
"H" é um grande médium que pouco sabia de si e que aprendeu a controlar as suas faculdades. A sua ocupação favorita era estragar torneiras, mal o dizia e já estava.
Recordo-me vivamente de o ver subitamente a olhar para alguém a cantar maravilhosamente bem e subitamente ficar sem falar.
H achava muita piada a tudo o que fazia até ao dia em que sentiu a glória de Deus e foi tocado pela sua força grandiosa durante um serviço religioso, desapareceu e nunca mais foi visto.

9º Caso: "G"
"G" é uma senhora inteligente, bonita na casa dos 30 e qualquer coisa, formada em gestão e muito competente.
G como acontece normalmente nas empresas que os cargos mais altos são disputados de todas as maneiras, principalmente as ocultas, começou a sentir-se ser vitima e o destino apresentou-lhe alguém que lhe disse que o caminho do Bem era árduo e levaria tempo pois somos constantemente provados.
G optou por uma solução mais fácil, foi para o Brasil ser mãe de santo. A vida de G despencou, perdeu o emprego, os amigos e os poucos que tinha e lhe aturavam a nova personalidade e péssima atitude negativa (quando era bastante positiva antes), afastou-os.
A vida de G segundo o registo akáshico afundou-se, ficou gorda e deformada e dificilmente arranjou trabalho.
G para viver entregou-se a subsistência nada dignas e as forças negativas dos terreiros em vez de a ajudarem, enterraram-na.
G teve a solução do caminho longo e árduo do Bem Supremo, mas optou pelo facilítismo e pagou o alto preço.
 
10º Caso: "M"
Este é um caso diferente, é daqueles casos que tropeçamos na vida e com o tempo, passamos a reconhecer. Vou apenas citar os factos.
M é Padre, Padre Católico Romano, M desdiz-se na fé que professa; afirma categoricamente que não acredita no destino mas professa o Evangelho na Missa dos factos que estavam destinados a acontecer a Jesus (mas não acredita no destino).
M afirma que não há bruxaria ou espíritos e as suas influencias, mas no sermão de Pentecostes alude aos Dons dados pelo Espirito Santo aos Apóstolos e escuta as expulsões dos espíritos realizados por Jesus durante as homilias.
M tem uma particularidade muito estranha, que consiste em pedir para falar com as pessoas a sós - até aqui nada de diferente - nada ou pouco diz e as pessoas falam, falam e ficam profundamente consternadas sem razão aparente, mas ficam afectadas, saindo algumas a chorar profundamente sem quase nada terem dito (mas algos não dito ou visto as afecta profundamente).
M tem uma certa excentricidade (vaidade) e mesmo algum toque mais...
Cultiva a modéstia aos outros, pode o ser mas o é também exuberante (vaidoso) e um pouco chocante na forma de se expressar.
M é algo por dentro (e á volta) que o olho não experienciado nestas vivências espirituais não detectará, e acreditará somente na sua crosta exterior.
M não tem nenhum interesse que as pessoas resolvam os seus problemas espirituais, diz-lhes que tal não existe e afecta-as, e contradiz-se depois no altar.

11º Caso: "C"
"C" é uma senhora de certa idade profundamente espiritual com uns dons de cura soberbos pois quando aplica as mãos, faz a diferença. Pode ser descrita como uma beata pois profundamente acredita e devota-se a Deus e vai todos os dias à Igreja (Romana).
C tem muito a ensinar pois a sua idade dá-lhe muita experiência, mas C está perdida há uma vida inteira entre o que constata e o que os Padres lhe dizem e C acredita no que lhe dizem e não no que vê e sente, e assim é que C durante 7 décadas não cresceu e não vai crescer, e C sabe que está insatisfeita, C sente-se vazia por dentro por sentir que não está a realizar a sua missão.
C recusa-se a ver que as verdades superiores que em nada são o que os homens querem fazer os outros acreditar, afinal, Deus é infinito e o homem finito, e estes querem fazer entender a sua curta visão de assuntos que a racionalidade não explica, só a intuição esclarece.

12º Caso: "P"
"P" é uma rapariga trintona, médium e que se recusa a trabalhar. As suas palavras são "não gosto de ser pressionada" o que nas entrelinhas quer dizer: "não me chateiem que eu não quero fazer nada".
P tem forças negativas em cima e sabe que as tem e quer viver a sua vida banal. P brinca às cartas como muita gente faz, mas as cartas como os pêndulos são muito falíveis (não são espiritualidade mas sim brincadeiras inconscientes).
P é igual a muitas outras pessoas que querem aqui fazer turismo mas o seu caso deve ser relatado porque P vai na sua 3ª encarnação em que deveria de fazer alguma coisa espiritual, e depois de cá estar, não quer saber - o que é muito comum.
Quando as pessoas que tem missões a cumprir se recusam, bem, observemos o 1º caso, vem os inimigos, fazem e geram coisas muito malignas e vem as doenças e os acidentes com fartura.
A decisão é somente de P e sua a responsabilidade, nós não devemos de facto insistir porque cada um é responsável por si.

13º Caso: "P"
"P" é uma senhora de família com filhos que gosta de materialismos, embora acredite em coisas espirituais, e tem muita força, mais do que ela imagina.
P foi informada que tinha uma macumba que a impedia de encontrar trabalho. Bem: gestora, grandes empresas, competição com recurso às artes malignas da bruxaria, o filme de sempre e já tinha um resultado, o olha da rua, agora desfilavam os meses e os anos sem encontrar trabalho, obra da macumba.
P foi a uma cartomante que obviamente, as forças inteligentes da macumba ausentaram-se e a cartomante nada encontrou, por isso as cartas são puras falíveis brincadeiras.
P acreditou nas cartas e já conseguiu emprego e já foi despedida outra vez e não consegue arranjar emprego mas as decisões são dela e ela faz o que bem entender, é a sua vida.

14º Caso: "V"
"V" é uma rapariga muito jeitosa formada mas que realiza trabalho de secretariado. Tem um grande problema: ausência de linhas rectas, o que é claro tendo um chefe guloso e uma colega de trabalho super obesa, a palavra cobiça e a palavra inveja misturam-se.
V é muito positiva e tem trabalho espiritual a realizar. Fui intuído que tinha macumbas feitas por ambas as partes e que deveria começar a lutar e aprender com as experiências da vida - nada fez, respeito qualquer que fosse a sua decisão.
Já foi despedida e no novo emprego as coisas não vão assim tão bem...
 
15º Caso: "R"
"R" é uma rapariga na casa dos 20 - idade da inconsequência - que contactou após ter lido o site da espiritualidade. É médium e está a ser atacada por entidades - ajudei-a à distância mas R não compreende e recusa-se a compreender que a vida tem responsabilidades, precisamos de nos disciplinar e que as coisas não são como nós exigimos.
A vida e as suas experiências são formas de aprendermos, quer gostemos ou não e para agravar, sendo jovens, escusamos o conceito de ordem, hierarquia e disciplina, mas, o nosso Anjo da Guarda é o nosso superior, e como tudo no Universo, há ordem e hierarquia.
As decisões de cada um são só suas e assim R é assolada por entidades negativas que a atacam porque quer as coisas como ela entende.

16º Caso: 70 anos e nunca nada fez
A história foi descrita pela sua filha, queixando-se como o seu pai é assolado e possuído por espíritos negativos, os seus olhos mudam para o vazio ou um puro mal e maltrata a mãe e não pode ver os filhos pois de imediato muda de humor, de temperamento, de personalidades.
Este senhor é médium e devia de ter ajudado muitas pessoas, ter auxiliado, ter cumprido a sua missão na terra, mas, nada quis fazer, nada quis realizar e hoje além do castigo como o Rei Saul recebeu o espirito maligno que o atormentava, sem protecção por não a ter desenvolvido, este homem pena as suas decisões conscientes- miseravelmente sobrevive penosamente cada dia.
Com a sua idade, já é tarde para algo fazer e só lhe resta a morte e uma próxima encarnação para cumprir o que aqui, nesta não fez.
Este é um destino daqueles que não cumprem o que o destino e a intuição lhes mostram.

17º Caso: As mães preocupadas
Estes dois casos introduzem uma outra vertente que é a das mães que tem filhos com mediunidade activa.
A primeira senhora contactou porque tinha um filho com 9 anos que não consegue dormir sozinho e vê coisas que mais ninguém vê.
Como será de esperar a um progenitor, forçosamente tem de acordar para outras realidades que ninguém fala e acreditam aqueles que as vivem, à qual recomendei que falasse de igual com quem tenha vivenciado uma infância assim.
Mas, as pessoas querem fazer as coisas à sua maneira, e uma pessoa além de perder o latim, cumpriu o seu dever de ajudar (tentando).
O segundo relato é mais recambolesco pois segundo a apresentação, uma criança de 4 anos fala sozinha com amigos invisíveis e à mãe já havia sido dito que o filho era alguém muito especial.
Sugeri recomendando que falasse com um médium de nascença.
O mesmo quando contactado disse que cobraria uma consulta ao qual a senhora ficou escandalizada. Depois de ouvir as duas partes compreendi que o médium sabia o que estava a fazer pois uma coisa é ajudar quem quer ajuda, outra, é ser espelho calado de quem quer fazer as coisas à sua maneira.
A senhora queria saber em verdade como controlar as conversas do filho, queria se intrometer em assuntos que não lhe dizem respeito pois em verdade não há conhecimento vivo que possa ensinar crianças especiais e só os Grandes Irmãos em espírito podem ensinar.
Á senhora a qual compreendi que somente quer como ela quer, adverti que as pedras que hoje atira, amanhã receberá as de volta porque o filho é médium e quem ela hoje critica por cobrar, no futuro os mesmos ventos retornarão como tempestades à sua casa de vidro, ao mesmo filho que julga querer proteger e controlar.
A situação é que quando as pessoas descobrem que alguém tem faculdades, querem abusar e falo com experiência; fazer-se cobrar é uma forma de delimitar uma fronteira e conter o abuso e o que o médium que disse que lhe cobrava uma consulta, na sua vasta experiência o que fez foi: "o filho eu ajudo incondicionalmente, a mãe e tudo ademais, eu cobro" - o que o médium explicou é que senhora não queria ajuda, queria fazer as coisas à sua maneira e ao seu feitio, seja lá o que isso seja, e consultá-lo iria ser uma perda de tempo.

18º Caso: O iluminado
De pseudo iluminados estou farto, o mesmo posso dizer de mim por assim também o ter sido no passado.
De que vale querer saber como construir um foguetão se nunca iremos passar das teorias. Há algum tempo fui contactado por alguém que começou por questionar as explicação contidas no espaço espiritualidade.no.sapo.pt e também tinha uma história interessante para contar, ao qual julguei estar a encontrar coisas novas, mas depois de uma análise, concluí não ser nada de novo e informei do que se tratava e como o resolver - quero dizer - passar à acção!
Veio o silêncio.
Aquele sinal de quem quer o mundo á sua visão a partir das suas radicais crenças pessoais.
Semanas depois recebi mais questões sofistas ou filosóficas sobre os conteúdos anunciados aos quais não dei resposta porque as minhas experiências pessoais são reais e independentes de decalques ou teorias massificadamente difundidas. E não discuto como será óbvio, a certeza do que já vivi. Também recuso-me a embarcar em monólogos com pessoas que só se querem ouvir e querem fazer provar algo somente a elas mesmo.
Sim, respondi cordialmente mas perguntando se já tinha o senhor em causa passado dos teoremas visto que já lhe tinha identificado o seu problema, à acção de acabar com o mesmo.
Cada dificuldade na vida além de uma provação, é uma jornada individual que se destina a aprendermos, evoluirmos e podermos ajudar os outros, e por esta mesma razão, eu não irei embarcar em teorizações do que é vivido.
Esqueçam as teorias pois só a prática nos permitirá falar.
E não façam dos outros espelhos para se fazerem provar algo que não tem qualquer sentido excepto no mundo próprio da mente que se fecha às realidades - Aquele que quer à sua maneira!

19º Caso: "J"
"J" é alguém que está bem com a vida pois a vida tem sido boa com ele, não a infância ou a adolescência, por isso "J" é uma criança em ponto adulto.
Ele tem de fazer trabalho espiritual e levou dois anos a decidir dar o passo, em decidir evoluir espiritualmente e, a primeira coisa a fazer era descobrir se realmente estava preparado para falar com a mãe falecida há mais de uma década, e que queria falar com ele desde há dois anos como fora informado, mas ele preferiu refugiar-se na sua concha de puto grande.
Deu o passo, enfrentou, e, desapareceu.
Assim é a espiritualidade, uma granda curte, uma brincadeira porreira, até que, se descobre a seriedade de que temos de ser adultos responsáveis - e aí é que se descobre quem é quem.

20º Caso: "C"
Esta senhora é mais um caso típico de espiritualidade comtemporânea, de gaveta, que afirma convictamente ser muito espiritual, e fez o Reiki entre muitas outras coisas, mas, assusta-a saber que é médium, acredita que existe mas tem medo e foge e recusa-se terminantemente a saber porque o é e o que Deus espera de si - que importantes trabalhos tem para realizar em prole da humanidade.
"C" é como eu era, mas afirma que não faz nada pois nenhum medo do destino a fará trabalhar em prole dos outros, e na sua visão pessoal, já faz muitas coisas, que ela considera "importantes".
Como tenho hoje a percepção como o destino opera, compreendi que aquele momento é um daqueles muitos momentos que a pessoa na sua jornada diária tem como marcos ou sinais; encerrei o caso pois a minha missão estava concluída.
Somente a esclareci sobre a minha história pessoal - e como muito tarde acordei, e hoje ainda sofro por isso, pelas minhas persistentes erradas pessoais decisões - que descrevo aqui no inicio, e que um facto recente que ela havia descrito ter sucedido a alguém próximo dela, na minha visão mais experiente sobre o real mundo, informei que não são os desencarnados que causam problemas, mas sim os vivos que passam a vida a recorrer a artes malignas de uma forma ou de outra para subir na vida destruindo os que os rodeiam.
Numa empresa pode ser entre 5% a 70% das pessoas que de uma forma ou de outra, envolvem-se na bruxaria ou em assuntos mais pesados adorando condenando-se na vã busca de prazeres insípidos - fazendo as coisas à sua convicta maneira.

21º Caso: "L"
O "L" é aquele maravilhas habituado à vida mansa, a ter tudo feito; malandro por escola da vida e cheio de tretas e lérias com uma vastíssima cultura geral, capaz de doutorar todas as teses da conspiração que por aí existam - o teórico perfeito.
Estas pessoas sofrem de uma grande falta de disciplina e implicitamente responsabilidade porque quando L descobriu que não era espectador, mas sim parte do filme, do filme da vida que é a realidade, e, que tinha de trabalhar espiritualmente, dar sentido à sua existência, L, habituado a tudo feito, ficou no marasmo por incapacidade de saber se aplicar, a realmente trabalhar, saber lutar pela sua vida - dar-lhe sentido.
Até o há muito falecido irmão de L, de quem ele tinha muitas saudades, em sonhos lhe transmitiu "...o tempo está a passar" mas acham que L fez alguma coisa?
Este é o problema dos teóricos, dos aprendizes, dos iluminados, dos pseudo controladores e pseudo espirituais à sua estrita maneira, e dos decalcadores, quando lhes toca a realidade, borram-se todos e desaparecem julgando que neste mundo há sitio para se esconderem - esconderem das suas responsabilidades de cá existirem; este não é o lugar para turismo, mas para singrar para uma existência melhor.

22º Caso: "V"
"V" é alguém que espiritualidade, Deus e em tudo da sua Vida é:
Como Ela Quer !
Diz Sim hoje, é agendado tempo, marcam-se horas, aparece duas horas depois atrasada, vai-se embora mais cedo porque quer ir visitar uma amiga ou somente estar na praia...
E no final de uma semana de suposto trabalho, ao receber a lista de dias e horas que tão pouco se trabalhou com os respectivos atrasos, reage como IRRESPONSÁVEL QUE É, afirmando que já não está interessada pois as suas meditações é que são boas pois faz quando quer, não tem que cumprir horários, desvaloriza as suas Reais experiências espirituais num longuíssimo monólogo a desfilar argumentos que só a ela no seu mundo interior de quereres fazem sentido.
E a única resposta responsável possível a esta pessoa é:

"A minha Responsabilidade termina quando as pessoas dizem não."

Responsabilidade, Compromisso, Disciplina, Valores,
acatar o que é dito!
É o que as pessoas precisam para realmente crescer espiritualmente.

«O Mestre aparece quando o aluno está pronto»
 http://global.serespiritual.org/casostristes.html
Outros Sites
www.wellnessplace.net | Cursos espirituais praticos e teóricos, e serviços espirituais
www.serespiritual.org | espaço destinado à formação pratica espiritual diária
espiritualidade.no.sapo.pt | espaço complementar para explicar duvidas e termos
macumba.no.sapo.pt | relato na 1ª pessoa por ser vitima de forças negativas

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